Um Banquete para Tamora

Peça: Um Banquete para Tamora
duração aprox: 1hora
Adaptação livre de Titus Andronicus de William Shakespeare, com enfase na pesquisa sobre os Gestos do doutorado de Igor Capelatto, pela Unicamp, na área de Multimeios, com orientação do Prof Dr. Ernesto Giovanni Boccara.

A peça traz uma linguagem surrealista (atemporal e não-espacial) mesclando steampunk, cyberpunk, barroco, colagem, readymade e assemblage. Com o foco no gesto, a peça visa enfatizar o corpo enquanto forma e linguagem (narrativa cultural do corpo), e a subjetividade do gesto (suas variadas interpretações), com base nos estudos de Agamben, Benjamin, Flusser, Eco, Galard, Francine Simões, entre outros.

O elenco conta com o apoio, carinho e dedicação de 8 atores voluntários: André Luis, AV Junior, Jaqueson Luiz Silva, Laura Cesarini, Luis Henrique Bento, Nando Almeida, Tiago Monteiro, Tiemi Kimura; a dedicação e fabulosa arte de Rafael Ghiraldelli (diretor de arte da peça), Fernanda Pupo e a equipe de arte com Vadermar Queiroz Jr, Larissa Souza e Tiago Francis; a música maravilhosa adaptada e original de Carlos Cassim, com mixagem e captação de Daniel Chinelatto com participação dos amigos Fernando Lacerda e Fa Bonilha, além das bandas Acron e Jewel Box.

A produção é de André Farias (com apoio da APA).

A concepção e direção é de Igor Capelatto.

A peça narra a história do General Titus que volta de uma guerra de longos 10 anos, com alguns de seus filhos e soldados mortos, não tem mais forças para continuar governando sua pátria e designa seu cargo militar a seu filho Lucius e o cargo político a um membro do senado Saturninus. Em meio a desavenças com seus inimigos Aaron e Tamora (e seus dois filhos), Titus jura vingança e um efeito dominó de vinganças vai desenrolando.

Com a vingança em seu ápice, a peça discute além da própria vingança, o papel da mulher na sociedade, o papel da política, o papel da família e a violência.

Outro importante signo da peça, que serve como estética visual e narrativa (simbolismo), é o banquete que na peça de Shakespeare serve como amarra e climax de toda trama, pelo qual a narrativa do alimento (comida, cozinhar, servir, degustar) se torna elemento compositor de tudo que se desenvolve em torno de Titus.

A peça terá pre-estreia no final de junho de 2018, no Centro Cultural Casarão, em Barão Geraldo, Campinas, SP, que tem nos apoiado com espaço para ensaios e apresentação.

Por fim, além de todo esses apoios, a peça conta com uma campanha de arrecadação de doações (apoio cultural e patrocínio).

 

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